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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Pesquisa aponta Fiat como mais respeitosa ao consumidor


Informação foi divulgada pela Shopper Experience

A agência de pesquisa de mercado Shopper Experience divulgou seu estudo de reconhecimento das montadoras que mais respeitam o consumidor, realizado com os próprios proprietários de automóveis. Levando em considerações fatores como entregar o produto prometido, oferecer qualidade no atendimento e ter qualidade nos produtos e serviços, a Fiat ficou em primeiro lugar com a nota 7,65 de 10. Segundo a empresa, 3.893 pessoas foram entrevistadas durante o levantamento.

Em segundo lugar no levantamento da Shopper Experience ficou a Renault, com nota 7,61 seguida pela Chevrolet (7,49), Honda (7,46), Ford (7,43) e Volkswagen com (5,66). Com avaliação de 5,59, a Citroën ocupou a sétima colocação.

Na categoria de automóveis de luxo, cuja pesquisa levantou questões como qualidade de produtos ou serviços, compreensão da necessidade dos clientes e entregar o produto prometido, a Audi ocupou a primeira colocação, com 8,4 pontos de 10. Em segundo lugar veio a Volvo, com nota 7,4, seguida pela BMW, avaliada com 7,16. Confira abaixo a galeria das marcas:
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Brasil: vendas sobem na primeira quinzena de dezembro


181.623 unidades foram negociadas no período

O mercado automotivo brasileiro registrou alta no número de vendas na primeira quinzena de dezembro. De acordo com dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram negociados 181.623 automóveis e comerciais leves nesse período.

Na comparação com os 15 primeiros dias do mês de novembro, o crescimento ficou em 22,2%. Levando em conta o mesmo período, mas em dezembro de 2011, o aumento nas vendas é de 15,3%.

Quando se analisa o acumulado do ano, 2012 está à frente de 2011: aumento de 6,7%. Até aqui, foram emplacadas 3.472.285 unidades no País neste ano.

Em relação aos modelos, algumas surpresas. O VW Gol segue como mais vendido, com 15.170 exemplares, mas quem ocupa a segunda posição é o Fiat Palio (9.944), que derrubou o Fiat Uno (9.712) para o terceiro lugar.

Além disso, o recém-lançado Chevrolet Onix deu um grande salto e já ocupa a sexta (6.031) posição. Um de seus grandes rivais, o Hyundai HB20, é o oitavo (5.660).

Por fim, a Fiat manteve a dianteira entre as marcas, mas com estreita vantagem em relação à Volkswagen: 23,27% a 22,82% - na prática, uma diferença de 630 emplacamentos. GM, Ford e Renault fecham o grupo dos cinco primeiros.
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GM irá recomprar ações por US$ 5,5 bilhões


Montadora pagará US$ 27,50 em cada papel

A General Motors anunciou que irá recomprar suas ações, que atualmente pertencem ao governo federal norte-americano. Num primeiro momento, a montadora pagará US$ 5,5 bilhões por 200 milhões de papeis (o equivalente a US$ 27,50 por unidade).

Ainda ficará com o Tesouro dos Estados Unidos cerca de 300 milhões de ações, o que equivale a, aproximadamente, 19% da companhia. Esse montante também deverá ser readquirido pela GM, num prazo de 12 a 15 meses.

Vale lembrar que o governo dos EUA comprou ações entre 2008 e 2009 num período crítico para o mercado automotivo do país, em que gigantes como GM e Chrysler estavam à beira da falência. Desde então, as companhias se recuperaram e voltaram a ser lucrativas.
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Sesto Elemento chega à loja da Lamborghini em Londres


20 unidades do hipercarro serão vendidas

Um vídeo publicado no Youtube no último dia 11 de dezembro flagrou a chegada de um exemplar da Lamborghini Sesto Elemento à loja da marca em Londres, Inglaterra.

Apesar de todo cuidado para retirar o carro do caminhão, o modelo não escapou de alguns arranhões no spoiler dianteiro, algo que se explica pelo fato de a Sesto Elemento ser muito baixa, ficando praticamente colada ao chão.

Vale lembrar que o modelo conta com motor 5.2 V10 naturalmente aspirado de 562 cavalos de potência. Tais especificações, aliadas ao peso de apenas 999 kg, fazem com que a Sesto Elemento vá de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e alcance a velocidade máxima de 300 km/h.

Apenas 20 unidades do hipercarro serão produzidas a partir de 2013. O preço de cada exemplar já está definido: US$ 2,2 milhões de dólares.

Confira o vídeo abaixo:

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Próxima geração do Chevrolet Camaro será feita nos EUA


Atualmente, esportivo é fabricado no Canadá

A General Motors anunciou que a próxima geração do Chevrolet Camaro não será produzida na planta de Ontario, no Canadá, como acontece com o modelo atual. Entre o final de 2015 e o começo de 2016, o esportivo passará a ser fabricado nas instalações de Michigan, Estados Unidos.

De acordo com a montadora, a medida visa à “diminuição de custos e à eficiência produtiva”. Isso porque a planta de Michigan já produz dois modelos da Cadillac, o CTS e o ATS, ambos com tração traseira, assim como acontece com o Camaro.
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Infiniti mudará nomenclatura de seus carros


Alteração será válida para modelos 2014

A Infiniti anunciou que mudará a nomenclatura de todos os veículos que compõem a atual gama da montadora. A alteração entrará em vigor a partir da inserção dos modelos 2014 no mercado.

A partir de agora, todos os sedãs e coupés começarão com a letra “Q”. Já os SUV’s e crossovers começarão com QX. De acordo com a marca, a mudança será benéfica para diminuir as confusões relativas aos nomes atuais.

Você pode conferir a lista completa com os novos nomes no quadro abaixo.

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Japão: vendas do novo Subaru Forester surpreendem


Em um mês, foram negociadas 8,1 mil unidades

A Subaru divulgou os números relativos ao primeiro mês de vendas do novo Forester no Japão. O SUV bateu a marca de 8.149 unidades negociadas desde 13 de novembro, quando chegou às concessionárias do país.

Esses números surpreenderam positivamente a montadora, que havia estimado vender 2 mil unidades do novo Forester nesse período - ou seja, a meta foi superada em mais de quatro vezes.

Quanto às versões favoritas, a de motor aspirado (170 cv) foi adquirida por 61,4% dos compradores, enquanto 38,6% preferiram o modelo com motor turbo (250 cv). Já em relação às cores de carroceria, a liderança ficou com o branco, com 27%, seguido pelo preto, com 24,3%.

VEJA MAIS: Quais são os segredos do novo Forester? Veja nossa galeria e descubra!

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Brasil: quase 3 milhões de carros vendidos em 10 meses


Até outubro, crescimento registrado foi de 7,3%

Nos dez primeiros meses deste ano, 2.993.878 carros foram vendidos no mercado brasileiro. O dado foi fornecido pelo mais recente estudo da JATO Dynamics, empresa da área de informações automotivas.

De acordo com o levantamento, no acumulado de janeiro a outubro, o crescimento foi de 7,3% na comparação com 2011. Quando se analisa exclusivamente o décimo mês de 2012, o aumento nas vendas foi de 23,9% em relação a outubro de 2012, com 326.904 veículos vendidos.

No âmbito mundial, a liderança segue com a China. Nos dez primeiros meses do ano, o crescimento registrado é de 6,3%, com 13.068.342 carros vendidos. Na sequência, estão Estados Unidos, Japão, Brasil e Alemanha.

Três dos principais mercados europeus estão no prejuízo neste ano. Devido à crise, Alemanha (1,6%), Itália (10,4%) e França (12,4%) registram queda em 2012. A exceção é o Reino Unido, com pequena alta (3,7%).

Em relação às montadoras, Toyota e Volkswagen seguem lutando pela primeira posição no ranking. Enquanto a primeira lidera no acumulado de janeiro a outubro (5.303.028 unidades vendidas), a segunda foi a principal marca do décimo mês deste ano (500.847 veículos).
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VW divulga preços do novo Santana na China


Versão de entrada equivale a 10,3 mil euros

A Volkswagen revelou os preços da nova geração do Santana na China. Revelado no final de outubro, o sedã terá preços que variam de 84,9 mil iuans (10,3 mil euros) a 123,8 mil iuans (15 mil euros).

Quanto às diferenças entre a versão de entrada e a de topo de linha, a mais importante é a motorização. Enquanto a primeira tem motor 1.4 de 90 cavalos de potência, a segunda vem equipada com motor 1.6 de 110 cv.

VEJA MAIS: Confira a galeria de fotos do novo VW Santana!

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Sedãs executivos


O novo Fusion enfrenta Azera, Cadenza e Passat, formando um cardápio com receitas sofisticadas e temperos originais

Confira a galeria de fotos
  
É chegada a hora do tira-teima: o confronto direto do novo Fusion com os rivais que enfrentará na vida real. Só tem peso-pesado. O coreano Hyundai Azera V6 3.0 é o líder do segmento. Tem até um irmão gêmeo, o Kia Cadenza, igualmente estiloso, mas ainda mais forte, com um V6 3.5. O Passat, de visual mais discreto, aposta na sobriedade e na boa (e justificada) fama da engenharia automotive alemã. No motor, o Volkswagen saiu antes com a estratégia que agora a Ford repete: abandonou o V6 em prol da frugalidade do quatro-cilindros 2.0 turbo de alta eficiência. Entre opções mais ou menos calóricas, mas todas elas requintadas e com visual apetitoso, é hora de ver qual tem a receita mais harmoniosa e a que mais agrada ao paladar dos mais exigentes gourmets.


4° Volkswagen Passat 2.0 TSi

O Passat é um dos que mais sofreram com a evolução dos coreanos. Diante do design arrojado, o ex-líder do segmento se apequenou. Literalmente. Com 4,77 metros de comprimento, ele é o menor dos quatro sedãs aqui alinhados - Cadenza, Azera e Fusion medem, respectivamente, 4,97, 4,91 e 4,87 metros. E nunca é demais lembrar que este é um segmento no qual o porte é, assim como o design e o efeito novidade, muito valorizado. Mas é preciso fazer justiça. Mesmo menor (inclusive no entre-eixos), o Passat tem basicamente o mesmo espaço na cabine e ganha no porta-malas, com bons 485 litros.

O que foi dito na edição de março, quando fizemos este mesmo comparativo - claro, sem o Fusion -, se repete. O problema do Passat está no preço, que foi agravado com a chegada do modelo da Ford, que estabeleceu um novo patamar de equipamentos no segmento. Deixar um Passat tão equipado quanto o Fusion pede a compra de todos os seus opcionais (muitos oferecidos dentro de pacotes). Isso significa investir 33 344 reais em itens como teto solar elétrico e sistema de assistência de manobra. Ou seja, o preço do Passat (112677 reais) sai de um empate técnico com o do Fusion (112 990 reais) e supera de longe o do Cadenza (129 900 reais) e até o do Azera completo (130 000 reais), chegando a 146 021 reais.

Se o Fusion chegou dando as cartas em termos de equipamento, na pista quem manda é o Passat. O Volks superou os rivais em aceleração, retomada e frenagem. Dando um show de eficiência, ainda foi o melhor na medição de consumo urbano e o vice-líder no rodoviário. Mais que números convincentes, o Passat tem ótima dinâmica, em especial para quem aprecia uma tocada mais esportiva. A suspensão tem acerto rígido e o motor 2.0 turbo acorda rápido e bem disposto assim que o acelerador é pressionado. Combina com ela o câmbio automatizado de dupla embreagem DSG, disparado o que proporciona as trocas mais rápidas do comparativo.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO

O Passat ainda é o carro que mais bem conversa com o piloto. A direção é imediata e a suspensão, firme e confiável.


MOTOR E CÂMBIO

O câmbio automatizado com dupla embreagem é muito superior às caixas automáticas dos rivais: silencioso, bem escalonado e extremamente rápido.


CARROCERIA

Além de aparentar ser um projeto bem mais antigo, a carroceria três-volumes do Passat segue na contramãoda moda dos sedãs que a cada dia têm mais reforçado o estilo cupê quatro portas.


VIDA A BORDO


Um Passat básico, sem bancos elétricos, teto solar e câmera traseira parece pertencer a uma categoria inferior.


SEGURANÇA

A versão básica tem os mesmos dispositivos dos coreanos completos.


SEU BOLSO


A menos que o comprador esteja disposto a pagar caro pela dirigibilidade, o Passat tem a pior relação custo-benefício.


3° Kia Cadenza

No comparativo de março, o Cadenza saiu vencedor, mas agora foi ultrapassado pelo Azera. Não chega a ser uma queda de performance, foi o Azera que se provou mais confiável aos olhos do consumidor. Segundo a Fenabrave, de janeiro a setembro, foram registrados 3 401 Azera, enquanto a Kia só emplacou 358 unidades. Essa timidez o coloca bem atrás nas vendas inclusive do Passat, com 1 123 emplacamentos no período. Termômetro da confiança do consumidor, a imagem de marca da Kia sentiu os efeitos do aumento do IPI. A Hyundai sofreria do mesmo mal, mas o fato é que atualmente ela parece muito mais sólida que a Kia, com direito a revisões com preço fixo e fábrica no Brasil.

"Uma mudança nos equipamentos que decoram o console central está prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2013, provavelmente com a chegada do ano-modelo 2014", diz uma fonte ligada ao importador. "O modelo ganhará tela multimídia entre as saídas centrais de ventilação, comandos do ar e do rádio reestilizados e um relógio analógico. Por fora, terá o para-choque dianteiro redesenhado." As alterações por vir, ainda que pequenas, também levaram o Cadenza a engatar a ré no comparativo.

O motorzão V6 3.5 do Kia é silencioso: das quatro situações em que é analisado o nível de ruído na cabine (em ponto morto, rotação máxima e a 80 e 120 km/h), só não foi o mais silencioso em uma - ficou em segundo em rotação máxima, com 62,2 decibéis, atrás apenas do Azera, com 59,9. Em tempos de downsizing (a diminuição dos motores em tamanho e apetite, sem perda de performance), até que se defendeu bem. Na pista, atingiu números de desempenho e consumo próximos aos do Fusion, mas cobra caro (129900 reais) por um pacote de equipamentos mais simples (auxílio em manobras, piloto automático adaptativo e airbags de joelhos não aparecem sequer como opcionais).

Assim como o Azera, o Cadenza oferece cinco anos de garantia total, contra apenas três do Passat e do Fusion. A Kia é uma das únicas marcas que ainda não trabalha com revisões a preços fixos.

DIREÇÃO, FREIOE SUSPENSÃO

É o mais macio da turma. A dianteira raspa fácil em valetas de rua e rampas de edifício.


MOTOR E CÂMBIO

O motor (3,5 litros) é maior que o do Azera (3 litros). É pouco, mas suficiente para garantir mais vigor nas acelerações - e no consumo.


CARROCERIA

Visual atraente, com menos uso de vincose volumes que o Azera.


VIDA A BORDO


Vendido em versão única, o Cadenza é tão completo quanto o Azera topo de linha.


SEGURANÇA

Equivalente em dispositivos a Azera e Passat, mas inferior ao pacote do Fusion.


SEU BOLSO
O Azera vem caindo de preço e, diferentemente do que se esperava,a Kia não tem acompanhado essa queda.


2° Hyundai Azera V6 3.0


A diferença para o terceiro lugar, Cadenza, foi tão pequena que dá para considerar um empate técnico entre os coreanos. Ainda que pequena, a vantagem está na "força comercial" do Azera, cuja tendência é sofrer desvalorização menor que a do Cadenza em virtude do maior número de vendas e da rede maior e mais bem estruturada. Outra vantagem está no preço de tabela mais em conta: 108 000 reais a versão de entrada e 127 000 reais a topo de linha. Assim como ocorre com o Passat, é preciso se basear na mais completa, uma vez que a básica fica a anos-luz do Cadenza e principalmente do Fusion no que diz respeito a conteúdo.

Montado sobre a mesma plataforma do Cadenza, o Azera tem motor menor por causa do perfil imprimido pela corporação a cada marca: a Kia tem uma clientela mais jovem e chegada a uma dose a mais de esportividade, enquanto a da Hyundai é mais sóbria. O fato é que o V6 do Cadenza é um 3.5 de 290 cv e o do Azera, um 3.0 de 250 cv - o Grupo Caoa, importador oficial, suprimiu a informação de potência do material de divulgação. Ao volante, há uma diferença evidente de vigor em relação a todos os rivais. Mas isso não quer dizer que oAzera seja lento - mesmo com 1581 kg, vai de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos. A recompensa aparece ao abastecer. Registrando em média 12,8 km/l de gasolina na estrada, o Azera é o mais econômico dos quatro: no consumo urbano, só perdeu para o Passat (7,9 ante 9,1 km/l).

O sistema de som da marca Infinity, presente ape- nas no Azera mais caro, é composto de dez altofalantes. O pacote da versão top inclui ainda chave presencial, volante com ajuste elétrico de altura e profundidade, faróis de xenônio, teto solar elétrico e controles de tração e estabilidade, entre outros.

Gêmeos de projeto, Azera e Cadenza se equivalem no espaço interno. Ambos contam com o assoalho à frente do banco traseiro com um degrau baixo, o que permite ao passageiro do meio viajar de maneira mais confortável.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO


A suspensão tem acerto parecido com a do Cadenza, mas os pneus de perfil baixo montados em rodas maiores, aro 18, deixam o rodar menos confortável.


MOTOR E CÂMBIO

Em tempos deredução no consumode combustível, o V6 do Azera se saiu muito bem em trechos rodoviários. Média de 12,8 km/l, a melhor do comparativo.


CARROCERIA

O volume nos para- lamas traseiros é uma conexão de estilo com a bem-sucedida geração anterior.


VIDA A BORDO

Materiais de boa qualidade e muitos equipamentos recebem motorista e seus convidados com estilo e conforto.


SEGURANÇA


Esqueça a versãode entrada, na qual controles de tração e estabilidade e luzes de xenônio ficam de fora.


SEU BOLSO


O preço deu uma leve queda, suficiente para estabelecer uma pequena vantagem diante do Cadenza.


1° Ford Fusion Titanium 2.0 GTDi

Por chegar depois, o estreante carrega uma cobrança natural por vitória em comparativos. O que não se esperava era uma vitória tão fácil. No posto de combustível, foi alvo de um comentário inusitado de um frentista: "Os donos de Fusion antigo vão ficar malucos". Sábias palavras. Notei alguns deles alucinados para emparelhar comigo no trânsito: apontavam, sorriam, faziam cara de aprovação. A maior parte estava a bordo do quatro-cilindros 2.5 e provavelmente vai se decepcionar com a estratégia da Ford de iniciar as vendas pela versão mais cara, a Titanium 2.0 turbo 4x4, de 112 900 reais, que substitui a antigaV6 3.0.

Enquanto o novo Fusion 2.5 - que será flex e brigará com VW Jetta, Hyundai Sonata e Kia Optima - não vem, o topo de linha Titanium vai dando conta dos rivais maiores. Além do desenho de efeito mais magnético, o Fusion impressiona pela tecnologia. Ao estacionar, ele avisa se cabe na vaga e esterça o volante para você. Se o sono bater e o carro começar a sair da faixa, ele vibra o volante para alertá-lo. Se a barbeiragem persistir, um aviso surge no painel. Na cidade, se o radar perceber uma rota de colisão, a linha hidráulica é pressurizada automaticamente, oferecendo capacidade máxima de frenagem. A Mercedes-Benz, cujos carros de entrada custam bem mais que os 112 990 reais do Fusion, só oferece tecnologia similar a partir das versões intermediárias. Um Passat complete, igual ao Fusion, sai por 146 021 reais - Cadenza e Azera sequer contam com essa tecnologia. Mas o Ford dá lá suas escorregadas: faróis com xenônio e leds, nem como opcional. O motor EcoBoost 2.0 mostrou atributos para aposentar o V6 do antigo Fusion, porém é menos eficiente que o 2.0 do Passat. Mas o teste de pista deixa claro: o Fusion encara com vantagens os V6 3.0 e 3.5 de Azera e Cadenza. Por custar menos, oferecer mais e transpirar novidade, o Fusion não deu chance aos rivais. Agora é esperar par aver se as versões mais simples mantêm a nota alta do escalão superior.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO

O acerto de suspensão do Fusion fica no meio- termo entre a suavidade confortável do Cadenza e a rigidez esportiva do Passat.


MOTOR E CÂMBIO


Um câmbio com dupla embreagem, como odo Passat, estaria em melhor sintonia com a modernidade do Fusion.


CARROCERIA

A boca enorme e o perfil cupê são os belos presentes que sobraram do casamento da Ford com a Aston Martin.


VIDA A BORDO


Quem gosta de tecnologia terá na cabine do Fusion um parquede diversões repletode atrações.


SEGURANÇA

O pacote é completo, com airbag de joelhos para os ocupantes da frente, sistema de monitoramento de pressão dos pneus e alerta de presença de veículos em pontos cegos dos retrovisores externos.


SEU BOLSO

A versão topo de linha nunca vendeu bem, mas a nova geração chega com uma relação custo-benefício capaz de mudar esse jogo.


VEREDICTO


O Passat temo visual mais discreto e é o mais caro quando equipado como os outros rivais. Cadenza e Azera fizeram uma disputa apertada, com vantagem do sedã da Hyundai por vender bem mais e oferecer uma rede autorizada maior. Assim, o Fusion venceu de lavada, por ter um motor eficiente e ainda ser superior em itens de série, tecnologia e design, tudo por um preço mais atraente.
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