Plano de resgate às montadoras é tema central das eleições deste ano
Por RoRobert Henrique | 27/08/2012

Chrysler e General Motors foram duas das marcas automotivas beneficiadas pelo plano de resgate promovido pelo governo dos Estados Unidos em 2008. Agora, às vésperas de um novo pleito presidencial no país, o assunto volta à tona com força.
Ciente do fato, as duas montadoras anunciaram que não abrirão suas fábricas para nenhum evento político, qualquer que seja o partido envolvido. Feitos individualmente, os anúncios utilizam o mesmo argumento, dizendo que as plantas são locais destinados à produção de automóveis, e não palanques eleitorais.
Barack Obama, candidato à reeleição pelo Partido Democrata, é um fervoroso defensor do plano, afirmando que o pacote salvou algumas fabricantes da falência. Já Mitt Romney, do Partido Republicano, mostra-se contrário à medida, defendendo o apoio do governo para que as montadoras buscassem soluções por elas mesmas para sair da crise.
Ciente do fato, as duas montadoras anunciaram que não abrirão suas fábricas para nenhum evento político, qualquer que seja o partido envolvido. Feitos individualmente, os anúncios utilizam o mesmo argumento, dizendo que as plantas são locais destinados à produção de automóveis, e não palanques eleitorais.
Barack Obama, candidato à reeleição pelo Partido Democrata, é um fervoroso defensor do plano, afirmando que o pacote salvou algumas fabricantes da falência. Já Mitt Romney, do Partido Republicano, mostra-se contrário à medida, defendendo o apoio do governo para que as montadoras buscassem soluções por elas mesmas para sair da crise.


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